IMC E IAC: CONHEÇA OS MÉTODOS PARA CALCULAR A GORDURA CORPORAL

O peso ideal envolve fatores ligados, ao bem estar físico, mental e social. Desta forma, é importante entender que excesso de peso não é sinônimo de excesso de gordura e, por outro lado, existem os falsos magros, com peso reduzido na balança, mas com grande quantidade de gordura corporal.

Para se determinar quadros de obesidade ou peso ideal, são utilizados métodos que envolvem a quantificação direta de gordura corpórea por meio de aparelhos sofisticados de densitometria corporal ou ressonância magnética. Entretanto, esses procedimentos são muito caros para se utilizar como método de rastreamento na população, ainda mais considerando a necessidade de repeti-los a cada nova avaliação clínica. A ciência então busca alternativas práticas e confiáveis para avaliar a adequação da quantidade de gordura corporal, como o Índice de Massa Corpórea (IMC) e o Índice de Adiposidade Corpórea (IAC).

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“Deve-se levar em conta também outros fatores na quantificação de gordura, como as diferenças estruturais entre homens e mulheres, a anatomia do quadril, que nem sempre diz respeito a diferenças na quantidade de gordura. Inclusive, a circunferência do quadril sofre pouca modificação durante um tratamento de redução do peso, fato que torna o IAC insuficiente no seguimento terapêutico”.

Hoje se sabe que, além da questão estética, a obesidade abdominal é a que realmente se associa a riscos de doença cardiovascular, diabetes, doença de Alzheimer e diversos tipos de câncer. A gordura localizada nas vísceras abdominais é mais bem quantificada pelo cálculo da circunferência abdominal. É importante considerar as individualidades do paciente para se determinar qual o método mais eficaz para um tratamento mais proveitoso.

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